Roma e Sardenha, o filme

Apresentação do filme da nossa viagem a Roma, realizada por via marítima desde Barcelona e onde ficámos 4 dias, e à Sardenha onde percorremos a parte noroeste da ilha, sempre junto ao mar e sempre que possível por caminhos de terra.

Podes ver o relato desta viagem com fotografias da parte sobre Roma aqui e da parte sobre a Sardenha aqui.

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Marrocos 2016 – o vídeo

Mais informações sobre a viagem e fotografias aqui!

Dacia Duster vs …

DSC04807Já fizemos a 3a etapa do Lisboa-Istambul (ver artigo) e desta vez o Dacia esteve em alta. Foi um percurso com muita pedra, principalmente a parte de sábado, e com duas passagens difíceis, nomeadamente a segunda. Dificilmente os participantes se irão esquecer do momento em que o Dacia passou à primeira uma ribeira depois de 4 dos jipes precisarem de guincho para saírem. Basicamente, à saída da ribeira, a única zona com tracção ficava sob o eixo da frente. Só que devido à lama e buracos, uma das rodas ficava parada e a outra não tinha tracção suficiente para impulsionar os jipes. As rodas traseiras ficavam dentro do riacho e menos tracção tinham. Também não havia espaço para dar balanço.

Vendo o vídeo, o último clip, gentilmente cedido pela Silvia, facilmente se percebe o que fez com que o Dacia tenha passado tão facilmente depois de jipes Toyota e Mitsubishi, mesmo com bloqueios atrás, terem alguma dificuldade ou não conseguirem passar. O controlo de tracção obrigou a roda da frente que estava parada a rodar, tendo sido o suficiente para impulsionar o Dacia dali para fora. Claro que com bloqueio à frente o resultado teria sido ainda mais eficaz. É claro que foi uma festa. Nem eu alguma vez imaginava conseguir passar tão facilmente.

Mas…voltando a descer à terra… esta foi uma situação muito particular onde o controlo de tracção e o baixo peso do Duster fizeram toda a diferença, mas não significa que o Dacia seja um jipe ou sequer se equipare a um. Na maioria das situações o Dacia tem mais dificuldades, e tem de se ter cuidados redobrados. É um veiculo capaz de surpreender mas com as devidas precauções.

Técnica TT – o Duster a trepar!

Vídeo de uma subida em Loures que, para quem anda por estes lados provavelmente reconhece a subida. Tem uma inclinação acentuada, muita pedra no início e alguns cruzamentos de pontos. Foi a primeira grande inclinação a que sujeitei o Dacia e no início estava apreensivo se conseguiria subir. O resultado foi notável. A primeira velocidade com a sua redução bastante eficaz (sem ser equiparável a uma redutora de um jipe mas mesmo assim uma valiosa ajuda), aliada ao controlo de tracção, fazem verdadeiros milagres neste carro. Aliás, para quem pretender o Duster para todo-terreno, o controlo de tração é fundamental. Dado o pouco curso de suspensão deste veículo, se não fosse o controlo de tracção muito facilmente se chega a situações em que o Duster não passaria.

Sony A7s vs Sony A6000

Vou começar este pequeno relato das minhas primeiras experiências com a A7S, com uma breve análise à A6000, máquina que tenho usado intensivamente no último ano, quer em vídeo, quer em fotografia, nos mais variados contextos e situações. Aprendi imenso acerca desta pequena maravilha e fiquei a conhecer todos os seus pontos positivos mas também os seus negativos.

Dos seus pontos positivos realço:

  • A imensa resolução (24mp) e dinâmica das fotografias até ISO 1600;
  • A qualidade do vídeo com boa resolução e baixo ruído até ISO 3200 e poucos artefactos tipo “moire” e “aliasing”(agora inclusive no formato XAVC-S, após actualização de firmware, que melhora bastante a imagem em situações com muito movimento);
  • Focagem muito rápida e precisa com detecção por fase desde que nos encontremos em situações de boa luminosidade. Boa capacidade de seguimento de objectos;
  • Tamanho diminuto e baixo peso e possibilidade de usar quase todas as lentes que existem em modo manual com muito boas ajudas à focagem como “peaking” e “zoom focus”;
  • Preço imbatível neste momento!

Pontos negativos…

  • Capacidade limitada em situações de pouca luz acima do ISO 3200, quer em fotografia, quer em vídeo, algo bastante importante para o tipo de trabalhos que realizo;
  • Capacidade de focagem automática em pouca luz é muito fraca (sensibilidade 0EV)! Talvez o ponto mais fraco quanto a mim. Além de muito lenta, deixa mesmo de conseguir focar em situações que não são ainda de fraca luminosidade;
  • Apesar de nunca ter tido problemas com a construção, não é resistente ao pó nem à água, o que em determinadas situações pode ser fundamental;
  • Não tem estabilização integrada no corpo.

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